Em homenagem à querida Milene estou passando esta receita dificílima. Liquidificador à postos e muito domínio próprio para não comer tudinho antes de gelar. Confesso, eu quase não consegui.
Ingredientes:
200 gramas de creme de leite
1 xícara de leite condensado
1 copo de iogurte natural
1/2 pacote de Tang de morango
Morangos são opcionais para a decoração
Bata tudo no liquidificador e coloque para gelar por pelo menos uma hora.
O capricho dos morangos, foi da minha mini chef. Tinha a "sobrinha" do caldo de uma geléia de morango feita em casa que acabei incoporando na decoração.
Agora, para um "Potão", por favor, dobre a receita e divirta-se.
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Bolachas de Natal
Eu sei, a data já passou, mas esta receita é muito boa. Faz muito tempo achei numa publicação da Gazeta do Povo às vésperas de Natal e desde então é a receita oficial de bolacha lá de casa. A Ana Flavia fez comigo estas bolachas quando tinha dois anos e foi pura diversão!!! Desta vez, fiz em formato de ossinhos para uma amostra de festa infantil com o tema “101 Dálmatas”.
Ingredientes:
2 xícaras de trigo
2 xícaras de polvilho doce
200 gramas de manteiga ou margarina culinária
2 gemas
1 xícara de côco, nozes ou castanha do pará moídas
1 colher de sopa de fermento em pó
½ lata de leite condensado
300 gramas de chocolate branco ou amargo fracionado
Misture todos os ingredientes. A massa ficará pegajosa, por isso vá acrescentando trigo aos poucos até que possa abrir e cortar no formato desejado. Asse em forno médio até que fique dourado por baixo e levemente por cima. Depois de tirá-los da forma, derreta o chocolate e cubra as bolachas.
terça-feira, 22 de março de 2011
Raclette
Como eu não descobri isso antes!!! Tia Neiva foi intimada a usar seu aparelho e acabamos combinando aqui em casa uma deliciosa "raclettada". Queijos e apetrechos comestíveis comprados, fomos para o sacrifício.
Só é preciso fatiar os queijos, cozinhar 2 batatas por convidado, colocar os demais ingredientes em potinhos charmosos e ficar experimentando as mais variadas misturas. Escolhemos o raclette, o estepe, o gouda e o provolone. Pepinos, tomates, orégano, azeitonas e uvas podiam ser agregados juntamente com peito de peru e salaminho. Um vinho frisante e pão da vó Ana, feito naquela tarde.
Cookies de Castanha e Chocolate Sem Glúten
Grande descoberta foi a minha em saber que a receita tradicional com farinha de trigo poderia ser adaptada com a farinha de arroz. Na verdade, foi o acaso na comunicação, pois pedi para que a minha mini chef fizesse a receita. Ela perguntou onde estava o pacote de farinha de arroz e "viva", arriscou e deu certo. Agora não preciso mais sofrer com vontade de comer um cookie sem glúten e ainda por cima delicioso. Na minha opinião de mãe coruja, muito melhor que a tradicional.
Ingredientes:
110 gramas de manteiga
1 1/2 xícara de farinha de arroz
1 xícara de açúcar mascavo
1 xícara de castanha do pará
3/4 de xicara de gotas de chocolate
1 ovo inteiro
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de café de essência de baunilha
Misture os quatro primeiros ingredientes formando uma farofa, junte o ovo e os demais. A massa ficará um pouco grudenta, por isso boleie com a ajuda de 2 colheres. Coloque para assar em forma untada e enfarinhada ou em tapete de silicone (Silpat) no forno pré-aquecido a 200°C. Quando estiverem dourados, retire do forno e coloque em cima de grade para esfriar totalmente.
Rende uns 20 cookies. Sugiro que dobre a receita para seu pote ficar cheio por mais tempo.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Macarons
| Tentativa Frustrada II |
Não tem nada mais triste para quem gosta de fazer um doce, do que fazê-lo e ele ficar literalmente, bonitinho, mas ordinário. Este é o resultado fake dos meus macarons. Até dá pra enganar, mas por dentro estavam ocos, sem graça.
A receita foi seguida à risca, porém requer mais tentativas e perseverança.
Afinal, além de bonito e gostoso, não tem glúten!!!Segue a receita:
Ingredientes:
1/2 xícara de claras
3/4 de xícara de açúcar refinado
1 xícara de farinha de amêndoas
1 xícara de açúcar de confeiteiro
Numa tigela coloque as claras e o açúcar refinado em banho-maria até que a mistura perca a viscosidade. Transfira para a tigela da batedeira e bata até ficar bem firme (clara em neve). Sem bater, misturando com uma espátula, adicione o corante da cor de sua preferência, a farinha de amêndoas e o açúcar de confeiteiro.
Coloque no saco de confeitar e modele as bolinhas sobre o papel manteiga. Deixe então descansar por 1 hora e então coloque no forno pré-aquecido a 100°C por 10 minutos e mais 10 minutos a 130°C.
Retire do forno e recheie depois de frios.
Os recheios são variados: ganache de chocolate, maracujá, creme de limão.
O Melhor e o Pior das Férias
Depois de um longo verão, repleto de emoções e preocupações, finalmente volto a cuidar do meu blog abandonado. Peço perdão a todos.
As emoções foram muitas neste final de ano, incluindo o Natal que foi muito bom com todos os irmãos reunidos, uma viagem em família que há anos não fazíamos e um retorno cheio de trabalho.
Confesso que não andei muito inspirada para esquentar a barriga no fogão. Deve ser porque a comilança durante as férias literalmente afastou minha barriga dele e as crises de glúten foram muitas, todas proporcionais a minha falta de domínio próprio.
Mas aí vai, fotos que marcaram este período “out”, mas super família, que compensou qualquer ausência virtual.
| Bem-Casado dos Primos |
| Bolo dos Primos |
| Doce de Leite Direto de Buenos Aires - presente do Victor e da Jaque |
| As Seis Mulheres - faltou a Heleninha Da esquerda para direita: Ana, Julia, Mamãe, Giovana, Jaqueline e eu. |
| Pequena Incursão na Cozinha |
| Bolo de Aniversário do Flavio |
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Lagosta e Bahia
Final de ano, férias e viagens. Todo mundo pensando no que fazer e para onde ir. Não sei porque, mas acabei não incluindo aqui algumas fotos de nossa viagem durante a Páscoa. Foi um tempo muito especial em que passamos juntas, com direito a não restringir nenhuma vontade, a curtir o tempo com meu maninho Plinio e é claro, conhecer a capital baiana, Morro de São Paulo e afins.
Para chegar a Morro de São Paulo, você precisa pegar um catamarã, tomar um Dramin e dormir, porque são duas horas de travessia e sinceramente, meu estômago não presta para este tipo de passeio. Mas valeu a pena, tudo é lindo!!!
Mas, se não me engano, este post era sobre lagosta, certo? Eis o motivo de nossa alegria.
Aqui um susto. Se você não sabe nadar muito bem, não esqueça de avisar lá em cima para que coloquem em você o colete salva vidas. Não fomos alertadas do risco e minha filha de 10 anos foi largada no mar quando a maré já estava alta. Passo mal só de lembrar dela nadando sozinha enquanto eu estava presa na cadeirinha. Ok, já passou, mas é muito importante saber disso.
O legal da Bahia não é o Pelourinho, em minha opinião, mas suas adjacências. Meu irmão nos levou à Praia do Forte, mais conhecida pelo Projeto Tamar e também a um restaurante no meio de um manguezal. Neste restaurante comemos um delicioso camarão à vinagrete. Mas não era um vinagrete qualquer, ele era especial e servido acompanhado de torradas crocantes com alho, óleo e orégano.
Para chegar a Morro de São Paulo, você precisa pegar um catamarã, tomar um Dramin e dormir, porque são duas horas de travessia e sinceramente, meu estômago não presta para este tipo de passeio. Mas valeu a pena, tudo é lindo!!!
| Vista da 2ª praia - Morro de São Paulo |
Dúvida cruel, o que fazer...
Na verdade, assim que chegamos, compramos o primeiro passeio para Boipeba e aconselhadas pelo meu irmão, fomos conhecer as piscinas naturais e belíssimas que Deus deixou de presente para desfrutarmos.
| Inesquecível |
| Lagosta na Manteiga |
Depois desta refeição saborosíssima, fomos à pé até o outro lado da ilha para encontrar os demais turistas do nosso grupo.
| Observe bem ao fundo embaixo do coqueiro. |
Era literalmente a visão do paraíso, com uma pessoa demonstrando como o homem deveria viver em harmonia com a natureza. Isso mesmo, era um homem dormindo embaixo do coqueiro.
| Tiroleza |
O legal da Bahia não é o Pelourinho, em minha opinião, mas suas adjacências. Meu irmão nos levou à Praia do Forte, mais conhecida pelo Projeto Tamar e também a um restaurante no meio de um manguezal. Neste restaurante comemos um delicioso camarão à vinagrete. Mas não era um vinagrete qualquer, ele era especial e servido acompanhado de torradas crocantes com alho, óleo e orégano.
| Praia do Forte |
| Caipiroska de Maracujá |
Bem, depois dessa vida boa, retornamos para casa felizes e tremendo de frio. Curitiba estava mais gelada do que nunca em pleno mês de abril. Ainda bem que meu maridão foi nos buscar armado de casacos e seu lindo sorriso.
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