segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Viagem Paris - Parte VII


Chegou então o dia em que visitaríamos a Casa de Monet em Giverny e o Palácio de Versalhes.
Este passeio também foi comprado em agência e com guia em Português. 
O caminho até Giverny é um tanto demorado e antes mesmo de chegarmos até lá, paramos para almoçar num lugar lindo, um restaurante com um moinho e um rio cristalino que passava ao lado. O dia estava fresco, com algumas aberturas de sol e a dinâmica do almoço foi bem agradável. Almoçamos com um casal de mãe e filho paulistas e uma mãe mexicana com seus dois filhos. Confesso que tentar entender o espanhol, chega a ser um pouco cansativo, mas é muito bom ouvir as experiências de viagens.





Saímos do almoço e seguimos até a Casa de Monet. Chegando lá, confesso, não prestei atenção em praticamente nada do que a guia explicava. Estava fascinada com toda a beleza do lugar. Tudo absolutamente cuidado, sem plantas mortas entre as saudáveis e a combinação de cores, simplesmente encantadora. As fotos falam por si, só!






























































Pra não dizer que não prestei atenção em nada, fiquei sabendo que a única filha de Monet morreu num acidente de bicicleta, nas redondezas de Giverny.
Bem, mas saindo dali, fomos para a cidade de Versalhes e conhecer o famoso Palácio. É realmente grandioso, lindo e assim como o Louvre, precisaríamos de mais tempo para conhecê-lo na totalidade.
Infelizmente, ao final do nosso roteiro dentro do Palácio, fomos surpreendidos por uma chuva forte que nos impediu de conhecermos os famosos jardins.



Muitos grupos de estudantes chegavam de bike




Cheio, muito cheio




















































Ao final do passeio, nossa frustração de não podermos ver os jardins, e eu, que já estava sonhando com meu passeio noturno de bike, comecei a ficar preocupada.
Nosso retorno foi bem rápido até a agência. Inclusive, quem quiser conhecer Versalhes de forma independente, pode fazê-lo indo de trem, sem grandes problemas.
Para minha surpresa, ao desembarcarmos na agência, parou de chover em Paris e abriu o sol novamente. O pessoal do passeio mandou e-mail confirmando nossa saída às 21 horas. Estava ansiosa pela minha super aventura.
Andamos por toda a Rue Rivoli, rua esta cheia de lojas de grandes marcas. Sephora, Forever 21, H&M, Zara e outras, até chegarmos à Prefeitura de Paris (Hotel De Ville), nosso ponto de referência para voltarmos para nossa quitinete. Passamos novamente pela Rue Saint Louis, compramos um pão brioche, uma baguette e seguimos para o descanso. Para mim, a noite seria uma criança, criança de 43 anos e de bicicleta.
Este passeio também foi comprado pelo site Conexão Paris. Paguei a reserva em Paris mesmo, pelo site, via cartão e o restante diretamente para o pessoal que nos aguardava, a Cris e o Ivo.
De tudo que fizemos, este passeio foi o mais marcante, porque como andávamos muito durante o dia, acabávamos indo pra quitinete até às 20h30 e não saíamos mais. Estávamos muito cansadas. Esta noite foi especial!!





As bikes


Aqui é o marco da cidade. Diz a lenda que quem colocar o pé aqui, certamente voltará a Paris.

É obvio que eu coloquei meu pé!!











Pont des Arts


Museu D'Orsay








Nós na ciclovia









Um brinde à Cidade Luz e a nós!!










Este foi o post com mais fotos e estes foram os passeios que mais gostei. 
Continuo lendo muita coisa à respeito de Paris e arredores e sei que há muito o que conhecer, mas é impossível esquecer o que já vi e não querer voltar e ver tudo novamente. Assim foi Paris para mim!!




domingo, 27 de julho de 2014

Caixinha de Doces

Muitas noivas me perguntam o que fazer para tornar o momento da Mesa de Doces menos constrangedor e caótico. E minha resposta nunca é certeira, pois já tive muitas experiências frustrantes.
Você pode montar a mesa linda e deixar pratinhos para que os convidados se sirvam à vontade, porém, sua mesa terá que ser pelo menos o dobro de uma "normal". Muitos dos convidados vão carregar pelo menos dois tipos do mesmo doce para a mesa do jantar e não vão comer nem a metade. Já vi isso muitas vezes.
Uma fila vai se formar e tornar a mesa algo como um "formigueiro", literalmente.
Para o casamento da minha filha, tive uma experiência menos frustrante, mas acho que jamais saberei dos convidados se gostaram ou não da ideia. Servi 6 doces numa caixinha que foi entregue nas mesas e deixei uma mesa montada, com uma média de 3 doces por convidado. Alguns convidados comeram alguns doces da mesa e ainda levaram pra casa a caixinha. Não fiz o dobro de doces, mas um terço a mais.
Outra opção, é montar uma mesa não muito grande e pedir para o restaurante servir em pratinhos nas mesas. Aí teremos o primeiro problema. Os restaurantes são resistentes a ideia, pois demanda uma mão de obra, que digamos, eles não estão muito dispostos a ter. Corremos ainda o risco de ter algumas dezenas de doces confiscados pelo pessoal de serviço lá na cozinha, infelizmente também presenciei isso.
Mas acho ainda que a última opção é a mais coerente.
Frustrações à parte, sempre, sempre a Mesa de Doces em festas será o momento mais esperado do evento e para as confeiteiras, o movimento de maior satisfação, porque é muito bom receber os elogios depois.
Hoje, ficam as dicas e também uma caixinha preparada para as Bodas de Ouro de um casal muito amado por nós e que valorizou muito nossos doces. Senti que meus doces estavam dentro de um porta jóias. A caixa personalizada ficou linda!! E o GIF que a Ana Flavia fez, ficou fofo!!


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Spaguetti a La Belle Meunière

Gente, esta receita é uma "imitação" de uma massa que já comi algumas vezes de uma franquia de massas em Curitiba. É muito gostoso!! Já havia tentado fazê-la uma vez, mas não ficou com aquele mesmo sabor. 
Mas agora, depois de visitar minha amiga Sidone e fazermos à quatro mãos (ou seis, Aninha ajudou no mise en place), ficou perfeita!!!
A massa do macarrão é a artesanal, claro!! E você tem a receita da massa aqui. Se não tiver máquina para abrir a massa, pode abrir com rolo manual e cortar rusticamente (maltagliati), fica linda!!
Por falar em linda, as fotos da Ana ficaram ótimas, não?






Ingredientes:
Molho:

1 quilo de camarões limpos do tamanho desejado
500 gramas de filé de linguado ou congrio cortado em iscas
4 colheres de sopa alcaparras em conserva
1 xícara e meia de alho poró
4 dentes de alho picados
2 xícaras de tomatinhos cortados ao meio ou a mesma quantidade de tomate rasteiro picado
1 xícara de cogumelos tipo champignon fatiados
1 envelope de Hondashi
1 colher de sopa de lemon pepper
Folhas de manjericão à gosto

Frite os camarões e as iscas de peixe separadamente, tempere com sal e reserve.
Refogue os demais ingredientes do molho, corrija o sal e no final se estiver muito sequinho, junte um pouco de água quente para liberar os sabores. Junte o camarão e o peixe sem mexer muito e cubra o spaguetti já cozido.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Viagem Paris - Parte VI

Dando sequência aos nossos passeios em Paris e arredores, tiramos o dia para conhecermos a região do Vale do Loire.
Nosso preparo começou bem antes. Conversando com nossa guia do passeio Louvre, Eiffel e Notre Dame, peguei toda a dica para usarmos o metrô, pela primeira vez, e chegarmos cedo à agência. Saí sozinha no dia anterior ao passeio até a estação Hotel de Ville (prefeitura), comprei 1 bilhete, segui para a linha M1 (laranja) para descer na estação Tuilerie. Lindo, deu tudo certo e como ainda faltava tempo para anoitecer, desci na estação e voltei pela Rue de Rivoli. O paraíso dos grandes magazines e Sephora's, e H&M, etc. Que fácil!!

Notre Dame às 06 da manhã

O dia prometia, afinal o céu estava limpo, estávamos no horário e conseguimos comprar nossos bilhetes na máquina de auto atendimento. Uuhhll!!
Só teve um porém...Exatamente naquela manhã, iniciaram algumas obras em várias linhas centrais do metrô e nossa alegria durou somente uma estação. Tivemos que desembarcar na próxima estação, a Châtelet.
A estação Châtelet tem 4 saídas diferentes, e não sei por qual delas saímos, para acharmos um táxi, urgente!
Passada nossa frustração, conseguimos o táxi e então a primeira dificuldade de um francês entender minha pronúncia que parecia simples. Rue 2, Pyramides. O taxista simplesmente não entendia o que eu falava, em nenhum dos tons fonéticos possíveis. O correto é falar " piramidí ", senão eles não entendem "pirâmide", "piramidê" ou qualquer coisa parecida. Só entendeu quando dei o voucher da agência com o endereço "escrito".
Seguimos então para nosso passeio a 3 castelos do famoso e lindo Vale do Loire.
Muitos campos de canola pelo caminho
Nosso primeiro castelo foi o Amboise. Toda paisagem em volta dele é linda, e é claro, margeado pelo Rio Loire.



Gárgula





Estilo Gótico







As paredes têm ouvidos



Todos os ambientes com flores naturais





Capela São Humberto









Depois do nosso passeio tivemos um tempo livre para o almoço. Na pequena vila, almoçamos na Confeitaria Bigot, com direito à um tradicional omelete e um docinho, porque ninguém é de ferro.

Este parecia um pão defumado com sabor de queijo

Comemos um doce, mas em porção mini
Dando sequência ao nosso dia de castelos, seguimos para o próximo, o Chenonceau. Lindíssima ambientação, porém, não sei onde foram parar minhas fotos. Desolé!



E o nosso último castelo, o Chambord. Ele é gigante e está passando por uma restauração. Sem quase nada de ambientação de época, vale mais pela arquitetura grandiosa.


O Vale do Loire possui outros castelos, igualmente belos, mas acho que tenho um problema sério em relação à coisas repetidas, tipo, museu, museu, museu, castelo, castelo, castelo, loja, loja, loja. A única coisa que eu posso repetir algumas vezes, sem cansar, é comida.