sábado, 24 de maio de 2014

Viagem Paris - Parte IV

Finalmente chegou o dia do aniversário da minha mãe e tínhamos programado o Tour Gastronômico que compramos através do site Conexão Paris. Nosso encontro estava marcado para às 10h na loja Fauchon e lá encontramos a simpática Karen e sua amiga Ticiane. Dentro da Fauchon fizemos nossa primeira degustação com as devidas explicações à respeito da maneira "correta" de se apreciar um queijo. Experimentamos 3 variedades, todas deliciosas - Chevrê frais, fromage du val de meaux e o contê (18 meses). Karen também nos contou um pouco da história da Maison Fauchon, fundada em 1886, sua ascensão e queda e hoje com diversas lojas pelo mundo, com o conceito Made in F - Made in Fauchon, Made in France e seu serviço de catering para eventos.
Desculpem, não tirei foto dentro da loja, mas tudo é lindo. O conceito visual deles está em tudo. As embalagens são maravilhosas. É só dar uma olhada no site e babar...
Estas fotos são do site deles.



Da Fauchon, fomos para a loja da Maison Maille. Lá degustamos mais um pouco e comprei uma mostarda que não encontraremos aqui no Brasil, a mostarda de Mel e Vinagre Balsâmico. No Brasil só encontraremos a versão "Mel".



A loja, também linda e as embalagens uma graça. Me arrependi de não ter comprado pelo menos um dos potinhos da marca, que faz parte do conceito "Venha e encha seu pote". Diversos tipos de mostarda são vendidas à granel.


Depois das mostardas, fomos para nossa degustação très chic, na Maison Prunier para experimentarmos o famoso caviar. Nunca tinha experimentado e achei todo o processo para a produção do caviar muito complexa, elaborada e porque não dizer "afrescalhada". A moça da loja explicando tudo em francês, foi a parte mais legal, porque acho lindo ouvir o francês. A história do início de produção dele é muito interessante, mas apesar do sabor refinado, e eu não sou uma pessoa refinada, achei que é muito "empenho" para produzi-lo. Enfim, para quem gosta e pode, é um deleite!






Depois do caviar degustamos alguns azeites trufados na Maison de la Truffe, quase ao lado da loja de caviar. Definitivamente, não tenho o paladar refinado. A trufa consegue ser mais cara que o caviar, mas como seu cultivo é um pouco mais natural do que criar a pobre esturjão fêmea por sete anos, para então dar cabo da pobrezinha, acho mais aceitável pagar caro pelo fungo que nasce como parasita aos pés de carvalhos e castanheiras. Infelizmente não tenho fotos da loja (desolé), mas tem como fazer um tour pelo site da Maison.


Em seguida, fomos para uma loja, cujos produtos foram o meu primeiro pé na jaca em Paris. São produtos originários da região do País Basco, ou seja, entre o norte da Espanha e noroeste da França, região de fronteira com muitas características próprias. É uma loja imperdível para quem gosta de um bom defumado e produtos confitados. Tive que trazer na mala umas perninhas de pato confitadas, mais um magret de canard, cassoulet, pimenta d'espelette, geléias para comer com o foie gras (este eu não comprei e me arrependi) e salames saborosíssimos.
Aí você me pergunta: Pode trazer produtos de origem animal e vegetal para o Brasil? Poder, não pode, mas enfiei na mala a ser despachada e deu tudo certo. Trouxe outras coisas também, que verão a seguir.
Enfim, amei esta loja pela variedade e se você for a Paris, não deixe de conhecer.



Bem, depois de encher a bolsa, fomos nos deleitar na famosa boutique de Pierre Hermé. Sim, uma boutique e porque não dizer joalheria. Todos aqueles macarons lindos, perfeitos e deliciosos. Experimentei o sabor pistache com framboesa e sem exagero, é de comer de joelhos. Sabor delicado de amêndoas como nunca havia experimentado. Antes de embarcarmos, comprei um Ladurée no Charles de Gaulle e apesar do apelo visual da Ladurée ser primorosa e encantadora, seus macarons são básicos, básicos.


Sério, pra mim foi um momento emocionante!!
Passada minha emoção e sem nenhum outro macaron na mão para me deixar mais feliz, fomos para a Maison do Chocolatier mais famoso de Paris, Jean Paul Hévin. Lá também é um exagero de beleza, capricho e criatividade. Chocolates produzidos com cacau de todas as partes do mundo, inclusive o nosso cacau. Lá experimentamos a torta de chocolate premiada do Monsieur Hévin, deliciosa!!




Foto do site

Como fizemos nosso passeio bem tranquilamente e já era quase hora do almoço, paramos na Boulangerie Eric Kayser para degustarmos um financier de amêndoa e pistache, doce este que faz parte do cardápio do Amordoce. Uma delicadeza de sabor!!
Só que estava muito cheio mesmo. Todos os executivos da região da Place Vendome estavam lá para comprar seus sanduíches e sobremesas na loja. Pães maravilhosos, o melhor croissant de Paris, enfim, um paraíso pra mim!!


Bem próximo dali, estava mais uma loja da franquia Kusmi Tea. Esta franquia tem chás dos mais variados sabores e com um forte apelo visual, é uma tentação, mas não me pegou porque não sou tão fã de chá. Embalagens lindas e preços não muito convidativos. Encontraríamos depois, mais umas 5 lojas pela cidade.


Nosso último local do passeio foi a Boutique Epices Roellinger onde são vendidas as melhores favas de baunilha do mundo. Para quem não sabe, a fava da baunilha é extraída de um tipo de orquídea. Entendem então porque é cara? Cara mesmo aqui no Brasil, onde a gente compra a fava de baixa qualidade e ainda dizem que é originária de Madagascar. Hum, muito suspeito!!
Além das favas, muitos temperos, pimentas, azeites e condimentos disponíveis para todos os gostos e bolsos.
Me satisfiz com 3 tubinhos de origens diferentes, viva!!!


Enfim, experiências culturais e gastronômicas sempre são as melhores que podemos ter em nossa cidade ou durante viagens e neste dia, tive a melhor de todas pela riqueza histórica e sensorial. Lembro ainda de cada sabor degustado, mas em especial as novas, queijos, mostardas, caviar, trufa e o melhor macaron do mundo!! Pelo menos no meu mundo!!

Faltou ainda visitar as lojas de utensílios para cozinha e as livrarias da rue Montmartre. Acreditem, não consegui ir, pois é muita coisa para se ver nesta cidade linda!!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Viagem Paris - Parte III

Depois do nosso primeiro dia em Paris e impressionada com a cidade por sua beleza, preservação e organização, passamos pelo ponto do ônibus turismo para nos certificarmos de que seria ali nosso ponto de partida no dia seguinte. 
Les Invalides
Acordamos cedo e com um vento bem gelado, encaramos a rua e chegamos ao ponto do ônibus, Les Cars Rouges, bilhetes que compramos no Brasil. À princípio ficamos no andar de baixo do ônibus para não congelarmos, mas à medida que andávamos pela cidade, foi ficando irresistível não subir e ver tudo do ângulo ideal.

Grand Palais

Petit Palais



O Arco sendo preservado
Estávamos então, na região da Champs Elysées!
Sobre andar na "famosa" Champs Elysées, dispensamos, depois de alguns comentários sobre a grande avenida. Muito comércio pop com as famosas grifes e alguns perigosos pick pocket's.
Passeando de ônibus, sinceramente, achei realmente dispensável.

Alguns podem pensar que estou deslumbrada, como uma turista tonta, pode ser. Mas o que realmente me impressionou em Paris, foi a beleza arquitetônica e principalmente a preservação de tanta história. A Catedral de Notre Dame tem 850 anos!! No Brasil, em Curitiba, tem meia dúzia de prédios antigos preservados, quase nada com mais de 150 anos. Enfim, muito cuidado e investimento em turismo cultural. Muito legal!!

Agora na região do Museu do Louvre, o Carrousel du Louvre.




Igreja de La Madeleine
Agora pertinho da nossa quitinete.


Pont au Double acima

Em cima da Petit Pont
Muitas e muitas pontes em Paris, cada uma com sua história.
Enfim, chegamos ao final do nosso passeio turístico e tínhamos a tarde toda para passear. Então fomos em direção à Boulevard Saint Germain, onde almoçamos num bistrô bem gostoso.


Tradicional Sopa de Cebola

Paris Brest

Depois deste almoço, bem tranquilo, fomos à busca de um endereço que seria repetido mais duas vezes, a famosa Farmácia Citypharma. Bem, como fomos passeando, parando em muitas lojas e até brechós da região, chegamos um pouco tarde na farmácia. Lá descobrimos que marcas famosas da cosmética, são vendidas a ótimos preços, se comparados aos preços absurdos que pagamos no Brasil, pelo mesmo produto. La Roche Posay, Bioderma, Roger Gallet, Avène e outras. Pense num lugar cheio de mulheres de todas as etnias, com vendedoras que falavam todos os idiomas possíveis. Uma loucura!! Engraçado era ver os maridos do lado de fora esperando as madames saírem. Gente, fui chamada de "madame" todos os dias. Isso foi um carinho para os ouvidos...kkkk

Na volta, passamos no Carrefour, nosso caminho quase que diário durante nossa estada.

Saladinha, cuscuz e sanduíche de salmão





,



sexta-feira, 2 de maio de 2014

Viagem Paris - Parte II

PRIMEIRO PASSEIO

Assim que chegamos, no início da tarde, começamos nosso primeiro passeio nas proximidades de casa. Primeiro, é claro, virando a esquina, a Livraria Shakespeare & Company, abarrotada de turistas tirando fotos, entrando e saindo do pequeno estabelecimento. Dias depois, quando já não havia muitos turistas em frente a Livraria, fui buscar o pedido da Ana Flavia do livro O Pequeno Príncipe e um outro que só fui encontrar dias depois na BHV Magazine Marais. Com meu inglês ridículo, perguntei se alguém falava português ou espanhol e tive a grata surpresa de conhecer o Terry. Um rapaz simpático e com carinha de Nerd que gentilmente percorreu a minúscula livraria à caça do livrinho Petit Pop Up Panoramique de Paris. Terry já esteve no Brasil, em Fortaleza, especificamente. Prometi pra Ana Flavia voltar lá, mas fui surpreendida no penúltimo dia de nossa estada em Paris, por um evento no local. Só consegui comprar os notebooks personalizados de lá. Uma pena!





RUE DE LA HUCHETTE

Como estávamos com fome mas já era um pouco tarde, fomos até esta rua que ficava atrás do nosso endereço e comemos uma comida bem típica de rua, o Chawarma (é assim que se escreve por lá). Uma gordice total, mas muito saborosa, que não dei conta devido ao tamanho da "criança".
















ILE DE SAINT LOUIS

Estávamos ao lado do Sena e logo atrás da Catedral de Notre Dame, então nos dirigimos para a Rue Ile de Saint Louis. Esta rua charmosa, repleta de lojinhas cheias de encanto, foi visitada mais duas vezes durante os dias em que estivemos em Paris. Lá compramos pão de cereais e um brioche delicioso para nosso jantarzinho. Mesmo tendo visitado por três vezes a ruazinha, não provei o famoso sorvete da Maison Berthillon. Impressionante mesmo pra mim, foram as flores de uma pequena loja nesta rua. Lindas, perfeitas e é claro muitas delas, diferentes e raras aqui no Brasil.




Esta foi minha impressão de Paris no primeiro dia. A cidade estava cheia e ainda assim, não havia tumulto, sujeira, medo. Sempre com o celular na mão, olhando o Google Maps para me achar e sem nenhum medo de ser surpreendida por um ladrão. Enfim, tranquilidade total durante o passeio.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Viagem a Paris - Parte I

Após algumas pesquisas, idas e vindas e indecisões, finalmente compramos as passagens e iniciamos nossa primeira viagem internacional. Ir a Paris sempre foi um sonho meu e de minha mãe. 
Minha intenção era ir no mês de setembro, sozinha e no esquema hostel, mochilão. Porém, com a decisão de minha mãe ir também, ganhei um up-grade na viagem nos quesitos passagem aérea e hospedagem. Digo isso, porque buscava as passagens mais baratas, com conexões em Madrid ou Amsterdam e ficaria em algum hostel bem localizado, mas barato, sem o conforto que nossa pequena quitinete alugada nos proporcionou.
Um adendo: depois desta quitinete ao lado da Notre Dame e da livraria Shakespeare & Company, será difícil viajar novamente e ficar em hotel, mesmo em outra cidade da Europa. Sim, quero voltar a Europa e conhecer outros países.

A VIAGEM

Apesar de todo esforço da Air France tentar dar algum conforto com mantinha, travesseirinho e máscara para dormir, é impossível dormir naquelas poltronas horríveis da classe econômica. Pior ainda, é passar pela 1a. classe e Executiva e chegar na realidade. Até a poltrona da Gol, reclina mais que da Air France. Mas, é claro que para quem nem sonhava atravessar o Atlântico um dia, pra mim tudo é uma festa. E é claro que graças a Deus: "aprendi a viver contente em toda e qualquer situação..." parte de Filipenses 4:11.

Jantar - Ravioli, salada, queijo, pão e vinho.
Café da manhã - cinnamon rolls, iogurte, café, frutas, suco, pão e queijo





NOSSA CHEGADA

Chegando ao aeroporto Charles de Gaulle, retiramos nossas bagagens e saí encontrar a loja Relay para comprar um chip para usar durante a estadia em Paris. Adquiri um chip da empresa Lebara.fr por 9,90 euros e com a ajuda de uma funcionária francesa muito gentil, consegui habilitar o chip no aparelho. Sim, uma francesa gentil. Há 20 anos atrás, creio que seria bem mais estressante a comunicação nesta mesma situação, porém, com a invasão dos estrangeiros em toda a Europa, esta ideia de antipatia francesa está praticamente restrita aos idosos e milionários. Como quase não se vê idosos nas áreas turísticas e rico não anda a pé, não tivemos este problema. Esta foi minha impressão de Paris.



Trenzinho para buscar bagagem


NOSSO APARTAMENTO

Alugamos pelo site www.delareynie.fr o apartamento de Notre Dame. Na verdade, quem intermediou nosso aluguel foi a querida Giana, que já havia usado o serviço de locação e nos auxiliou na reserva. Com ótima localização, num prédio bem antigo e com escadas no terceiro andar. Sim, subir três andares num corredor espremido com 3 malas médias não é muito confortável, mas o custo X benefício da localização fez toda a diferença, já que não conhecia nada na cidade.
Desculpem, as fotos não estão boas, pois estava quase esquecendo de registrar nossa tranquila e simpática rua.

Porta de Casa

Nossa Rua

Vista da Notre Dame


Praça René Viviani em frente a quitinete
Desta localização, ficou mais fácil entender Paris e seus pontos turísticos, sem falar que 80% dos nossos passeios puderam ser feitos à pé. À nordeste da quitinete, Boulevard Saint Germain, à noroeste Centro Pompidou e Marais, ao sul, Louvre, Torre, Invalides e demais pontos. Tudo plano e próximo.




sexta-feira, 7 de março de 2014

Quiche de Abobrinha e Tomate Cereja

Depois de um longo verão e preparativos para o casamento da Julia, eu voltei!! Na verdade a Paulinha pediu a receita e pedido feito é pedido atendido. 
Bem, se faz necessário o uso do processador, aliás, uma das grandes invenções da Humanidade. A mesma massa doce, para tortas, pode ser feita no processador, adicionando duas colheres de sopa de açúcar. Facílimo e  rápido! 
Se não tiver, faça na mão mesmo.




Ingredientes:

Massa
250 gramas de farinha de trigo
100 gramas de manteiga culinária
1 ovo inteiro batido com 1 colher de sopa de leite
1 pitada de sal

Recheio
3 ovos inteiros
300 gramas de creme de leite fresco
2 abobrinhas fatiadas
10 a 12 tomatinhos cortados ao meio
folhas de manjericão
2 dentes de alho
Sal a gosto
Noz moscada moída

Coloque a farinha, o sal e a manteiga no processador e comece a bater. Vá adicionando o ovo com o leite. Vai formar uma farofa úmida. Tire do processador com uma espátula e coloque numa vasilha para ir pra geladeira por uns minutos, enquanto prepara o recheio.
No mesmo copo do processador, junte os ovos, o sal, a noz moscada e o creme de leite. Bata e reserve.
Refogue a abobrinha com o alho até ficar macia, mas não refogue demais. Junte o manjericão. Deixe esfriar.
Abra a massa numa forma de 25 cm de diâmetro. Coloque as abobrinhas no fundo, junte os tomatinhos e coloque o creme batido. Coloque assar até dourar as bordas. Se quiser, cubra com queijo parmesão ralado grosso.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pizza


Depois de muitas tentativas, finalmente consegui fazer massa de pizza como queria. Massa elástica, mas não daquelas de vão e voltam. Neste caso, só vai até a borda da forma e fica. Também ficou crocante e com o sal na medida certa.
Então vamos para a receita!

Ingredientes:

240 ml de água morna
2 colheres de sopa de fermento para pão
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de sal
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de café de açúcar

Coloque a água morna numa tigela, acrescente o fermento e o açúcar e mexa com um garfo. Deixe uns minutinhos descansando. Neste momento, ligue o forno - este é um truque para acelerar o crescimento da massa. Coloque o trigo, o azeite e o sal na tigela e mexa com uma colher. A massa vai ficar esfarelenta. Deixe o garfo de lado e coloque a mão na massa. Se a massa ficar muito mole, acrescente um pouco de trigo até que a massa fique homogênea. Tire todos o gruminhos da tigela e passe nela mais um pouco de azeite para o crescimento. Molhe um pano de prato limpo, cubra a tigela, desligue o forno e coloque a tigela no forno. Se estiver um dia bem quente (raro em Curitiba), pode deixar a massa coberta até que dobre de volume num local sem corrente de ar. Quando deixo no calor do forno desligado, este processo acontece em 10 minutos. Enquanto isso, corto os ingredientes do recheio - tomates, alho-poró (fica uma delícia), tudo que sua imaginação mandar.
Tire a massa do forno e divida em duas porções. Abra numa forma redonda de 30cm de diâmetro. Na falta da forma redonda, abra numa assadeira retangular. Não precisa de rolo, pode abrir com as mãos apoiando o dorso da mão do centro para as laterais. Tente deixar a massa bem próxima da borda.
Depois de aberta, coloque assar até que cresça um pouco, tire do forno, passe o molho de sua preferência, retorne ao forno mais um pouco. Capriche na quantidade de queijo e no restante de recheio e asse até que o queijo borbulhe. 

Esta pizza teve recheio de Ratatouille