sexta-feira, 23 de julho de 2010

Poucos e bons




A vantagem de se fazer algo para poucas pessoas, é que podemos realmente chamar de personalização. Sempre sonhei poder fazer algo em algum evento, mas que fosse exatamente como tinha imaginado. Toda vez que fazia uma festinha em casa, era para no mínimo 30 pessoas, muito trabalho e pouca curtição. Essa história mudou quando fizemos o aniversário de 15 anos da minha filha Julia. ;b

Chamamos somente as super amigas dela e a comadre com suas lindas filhas para um chá, em um local muito fofo perto da nossa casa.
Lá conversamos, comemos comidinhas diferentes e curtimos uma tarde bem fria, daquelas que só os curitibanos conhecem.

Ah, fizemos também os joguinhos americanos de poás rosa e marrom - uma das paixões da Juh.






A estréia








Depois de muito relutar, aqui estou eu, fazendo minha primeira postagem. Aos amigos que já conhecem minha paixão pelo açúcar, agradeço o incentivo e espero deixar aqui um pouco daquilo que considero uma habilidade descoberta por acidente nos idos de 1984. Foi neste ano que fui para Brasília passar as férias na casa de minha tia Délcia e em meio a algumas críticas e muito tédio, aventurei-me a fazer alguns bolinhos que seriam de chuva, mas que acabaram sendo apelidados de "torpedinhos". Bem, aos 14 anos consegui fazer algo que recebesse muitos elogios e que até hoje são carinhosamente lembrados por meu tio Enéas. Obrigada, tio. :)


Bem, só que falta muito para que alguém possa me chamar de confeiteira, e ainda não o sou, falta uma boa especialização....